Lemuridae
Primatas
Mamíferos
90-102 dia
3
Alimentam-se principalmente de frutas, néctar e pólen. Durante a estação seca, quando a comida é escassa, alimentam-se também de folhas, flores e sementes.
18-20 anos na natureza, até 25 anos em cativeiro.
São lêmures grandes, com cauda de cerca de 60-65 cm. A cor dominante da pelagem é marrom escura, com região ventral, cauda, focinho e patas pretas. Além disso, apresentam uma mancha branca no pescoço e, às vezes, pequenas áreas mais claras nos calcanhares, focinho e dedos. As fêmeas são ligeiramente maiores que os machos.
É uma espécie principalmente diurna e vive em grupos sociais de 2 a 16 indivíduos onde a fêmea é o núcleo central. São animais bastante territoriais, defendendo agressivamente seu espaço contra outros grupos de lêmures de colarinho vermelho. A marcação territorial também é realizada através da urina. Para se comunicar eles usam cerca de 12 vocalizações diferentes.
Este lêmure está ameaçado, considerado em altíssimo risco de extinção devido à perda de seu habitat e à caça; como é o caso da maioria desses primatas malgaxes. Os assentamentos humanos geram campos de cultivo e áreas de pastagem para o gado que destroem o habitat natural dos lêmures.
Os lêmures de colarinho vermelho possuem glândulas nos pulsos, por meio das quais liberam odores que deixam rastros nos galhos das árvores para marcar seu território. Além disso, sua longa cauda os ajuda a se movimentar entre as árvores. Por outro lado, eles têm unhas nos pés que usam para cuidar de si mesmos e dos membros do seu grupo.